22/02/2026, 0:00 h
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OPINIÃO
Por Jean Philippe Carneiro (Empresário do Ramo Imobiliário)
Verifica-se, infelizmente, que muitos prédios carecem de equipamentos de combate a incêndios, como mangueiras e extintores, em certos casos até obrigatórios. Em alguns casos, até existem extintores, mas os moradores não têm qualquer formação/orientação sobre o seu manuseamento correto. Isto revela uma fragilidade significativa na preparação das comunidades para agir de forma segura e eficaz em situações de emergência.
É muito comum observar-se ainda que as saídas de emergência, através das portas corta-fogo, se encontram frequentemente abertas ou inoperacionais, não cumprindo assim a função para a qual foram concebidas: conter o fogo e permitir a evacuação segura. Esta falha compromete seriamente a segurança em caso de incêndio e deve merecer atenção redobrada.
O Município, em articulação com a Proteção Civil, devia promover ações regulares de fiscalização, para garantir o cumprimento das normas de segurança contra incêndios em edifícios.

O papel da Proteção Civil poderia ser mais ativo, juntamente com as juntas de freguesia e os Bombeiros locais, pois mais do que fiscalizar, é fundamental apostar na formação e sensibilização da população, especialmente dos condôminos, através de iniciativas práticas como:
Sessões de demonstração sobre como utilizar corretamente um extintor (porque não é só carregar na “pistola");
Orientações claras sobre quais as primeiras medidas a tomar em caso de incêndio;
Distribuição de folhetos informativos ou afixação de cartazes nos edifícios;
Simulações práticas organizadas nas próprias freguesias;
Ações simples que salvam vidas e minimizam prejuízos materiais num incêndio;
A prevenção começa na informação e na capacitação das pessoas.
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