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Gazeta Paços de Ferreira

25/04/2026, 9:11 h

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A memória seletiva e a herança pesada em Paços de Ferreira

Opinião Opinião Politica Partido Socialista

OPINIÃO POLÍTICA

Há momentos em que a política exige um cartão vermelho à amnésia seletiva. O PSD de Paços de Ferreira carece de autoridade moral para criticar a rede viária quando a sua herança, deixada em 2013, foi de total irresponsabilidade financeira. Recordamos as pavimentações sem drenagem ou fresagem, obras superficiais que resultaram na degradação acelerada que hoje todos conhecemos.

Por Tiago Silva (Membro do Comissão Concelhia de Paços de Ferreira do Partido Socialista)

 

Mais grave foi o "presente envenenado" da municipalização das EN 207 e EN 209. Por desespero financeiro e falta de liquidez, o anterior executivo social democrata entregou estas vias ao Município a troco de verbas irrisórias, tornando Paços de Ferreira o primeiro concelho sem estradas nacionais sob alçada do Estado. Um negócio ruinoso que hipotecou o futuro em nome de um alívio momentâneo nas contas em pré-falência.

 

Desde 2013, o Partido Socialista teve de operar um verdadeiro resgate financeiro antes de investir com seriedade. Hoje, os factos impõem-se na recuperação da EN 207, nas obras na Via do Poder Local e na intervenção iminente na EN 209. Tratando-se de requalificações estruturais, não meras pinturas de asfalto.

 

 

 

Quem deixou contas desequilibradas e estradas "maquilhadas" não pode agora arvorar-se em fiscal da obra feita. O rigor na gestão do dinheiro público não é compatível com o teatro político. Paços de Ferreira exige seriedade e acredito que a memória coletiva do nosso concelho, dos nossos concidadãos, não se apaga com comunicados oportunistas.

 

 

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