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Gazeta Paços de Ferreira

23/05/2024, 10:28 h

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A guerra na Palestina

Destaque Editorial

EDITORIAL

A chacina da Faixa de Gaza pelo exército israelita é arrepiante: 35 mil mortos, dos quais 12 mil crianças; 78 mil feridos; 11 mil desaparecidos; mais de 1,7 milhões de deslocados - numa população de 2,3 milhões.

Por Álvaro Neto (Diretor da Gazeta de Paços de Ferreira)

EDITORIAL

 

 

Em texto escrito na edição de 9 de Novembro do passado ano de 2023, repudiámos o ataque do Hamas, por ter sido dirigido a civis israelitas, que foram barbaramente assassinados e sequestrados.

 

 

Receávamos que este acto fosse aproveitado por Israel para justificar nas suas previsíveis ações de retaliação o ataque a civis palestinianos.

 

 

Passados estes meses de guerra, tudo o que então se poderia imaginar foi largamente excedido.

 

 

O exército israelita tem sido friamente impiedoso nas suas ações contra os civis palestinianos, homens, mulheres, crianças, novos e velhos.

 

 

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A chacina da Faixa de Gaza pelo exército israelita é arrepiante: 35 mil mortos, dos quais 12 mil crianças; 78 mil feridos; 11 mil desaparecidos; mais de 1,7 milhões de deslocados - numa população de 2,3 milhões.

 

 

155 mil grávidas ou mães recentes lutam pela sobrevivência. Milhares de menores com traumas permanentes.

 

 

Apesar destes factos e números, a comunidade internacional limita-se a hipócritas apelos e ao lançamento de incapazes iniciativas.

 

 

As Nações Unidas mostram mais uma vez a sua inutilidade: muitas propostas aprovadas em Assembleia Geral, mas quando se torna necessário dar-lhes eficácia, no Conselho de Segurança, lá estão os Estados Unidos da América, com o seu direito de veto, a mandar tudo para o caixote do lixo.

 

 

No Tribunal Penal Internacional foi intentada há meses uma acção de condenação de Israel por crimes de guerra e mais recentemente o Procurador pediu mandados de detenção do Primeiro Ministro e um ministro de Israel e de vários dirigentes do Hamas.

 

 

Mas tudo isto é inaplicável a Israel, em virtude de não ter ratificado a criação deste Tribunal…

 

 

A Comunidade Europeia mantém-se assoberbada com a preparação de eleições e dá sinais de ter esgotado a saqueta das “sanções sem precedentes”, alinhando com o “Patrão” do outro lado do Atlântico, que nos tem “presenteado” com números de hipocrisia, “com precedentes”, com os pedidos a Israel de cessação dos ataques, enquanto continua a fornecer-lhe as armas necessárias para a sua continuação.

 

 

(Sabem o que é o lóbi sionista?)

 

 

 

 

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