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Gazeta Paços de Ferreira

20/05/2026, 14:51 h

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Somos todos cúmplices!

Politica Internacional

Genocídio de Gaza

Os princípios, os valores e a ética, estão sempre à venda para os servidores servis dos senhores do mundo.

 

“O mundo viu, o mundo assistiu, mas, com demasiada frequência, o mundo fechou os olhos” disse o jornalista palestiniano condecorado pelo Conselho da Europa.

A matança de muitas centenas de israelitas em 7 de Outubro de 2022 foi a justificação para o rol de atrocidades cometidos por Israel em Gaza.

A fita do tempo permite identificar o conhecimento prévio norte americano, pois menos de 24 horas depois, em 8 de Outubro, os EUA anunciavam “Ajuda dos EUA já está "a caminho" de Israel e inclui um porta-aviões, cinco navios de guerra e vários aviões de combate”. O impossível desconhecimento da operação do Hamas, ficou assim confirmado: a história do 7 de Outubro é uma gigantesca farsa; o que era preciso era encontrar uma justificação para a limpeza étnica.

O silencio que se seguiu perante a morte de milhares de crianças palestinianas está resumido na entrevista de Paulo Range ao El País de 13 de Maio de 2024, quando afirmou ser “injusto dizer que Israel pretende eliminar o povo palestiniano”.

Em 2023, o total de mais de 40 mil milhões de euros anuais nas trocas comerciais entre a EU e Israel, e a continuação da venda da nacionalidade portuguesa a vagos descendentes de portugueses, ajudam a perceber uma coisa simples: os princípios, os valores e a ética, estão sempre à venda para os servidores servis dos senhores do mundo.

Assistimos, mas pouco fazemos; somos todos cúmplices!

José Cavalheiro

 

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