Por
Gazeta Paços de Ferreira

17/01/2026, 11:41 h

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EM NOME DA VIDA

Cultura José Neto Penamaior

Mais uma tertúlia no Auditório do Centro Social e Paroquial de Penamaior

Não obstante o livro que foi recentemente publicado no Salão Nobre da Autarquia Pacense e que será colocado nas livrarias no dia 13 de Janeiro, foi com uma nota de intensa e honrada ternura que acedi ao amável e prestigiado convite da Junta de Freguesia de Penamaior para na última sexta feira o apresentar perante gente feita de nobreza de princípios, muitos dos quais muito me honram dela fazer parte. Gente pertença duma terra sagrada e que continua a fazer parte do meu tesouro existencial.

Por José Neto (Doutorado em Ciências do Desporto; Docente Universitário; Investigador)

 

Muito grato pela presença do vice presidente da Câmara Dr. Júlio Morais; presidente da assembleia Municipal Dr. António Coelho e vereadores; presidente da Junta de freguesia e anfitrião Sr. Manuel Moreira e demais autarcas; presidente da Banda Musical de Paços de Ferreira, tendo um dueto de trompetes nos alegrado com evocativos sinais de abertura; o Rev.mo Padre David, presidente do Centro Social e Paroquial, cuja oferta dos direitos de autor e parte da venda de muitos exemplares se viu revertida para uma causa maior de apoio, nota essa bem atendida pelo meu editor Dr. Jaime Cancella de Abreu, que não poderia faltar.

 

Numa noite muito fria,  o tempo e as circunstâncias subscritas pelo já referido, concedeu- me a oportunidade perante uma vasta assembleia e que para mim se transformou numa multidão, recordar parte do primeiro capítulo da obra devidamente orientada para o aspeto estritamente pessoal, onde se desnuda o meu despertar para a vida incluindo as dimensões de ordem social e comunitária. Foram tantas as evocações provocadas pelo sentido dever da gratidão de quem me concedeu o pão e a razão, a iniciar pelos meu avozinhos, da inclusão da atividade religiosa, professores, amigos, pertença duma terra pródiga de graça e formusura onde ainda hoje e tantas vezes ao abrir os olhos nela me revejo. Ao fim ao cabo, testemunhos transferidos para um eixo mediador de afeto familiar. Sim, como refiro na pg. 84 " família, esse dom do encontro partilhado numa viagem inacabada do tempo onde sobram razões duma duradoura existência protegida pelo sentimento, feito palavras e atos, convertidas num tesouro absolutamente indestrutível e onde sobram ecos convertidos num permanente e evocativo ato de amor".

 

Faltou o aludir aos demais capítulos, quer no relato dos deveres, valores e obrigações de ordem profissional na qualidade da função de professor, quer uma parte substancial dedicada ao apoio à alta competição e outra das partes circunscritas em publicações por mim efetuadas e artigos de consulta no sentido de focar a experimentação de mestrias para a conquista do êxito. Talvez noutros encontros, continuando a apelar ao passado como recordações, ao presente sustentando convicções e clamando o desejo da conquista do futuro. Sim, sem esquecer essa medida do tempo que sentimentalmente se vai convertendo  em saudade!...

 

OBS1 Aproveito para saudar vivamente a "nossa" GAZETA pela já madura existência de 74 anos (completados a 1 de janeiro) e que ao longo do tempo jamais deixou de nos presentear com a sua forma tão significativa  as notícias refeitas pelos valores das notícias pugnando por uma inatacável honestidade de processos. Temos para o ano as "BODAS DE DIAMANTE". 

 

OBS2 Ainda aproveito para felicitar o nosso Diretor da Gazeta e meu Distinto Amigo Dr. Álvaro Neto pelo homenagem concedida pela delegação da Ordem dos Advogados, pelo facto de ao longo de mais de 40 anos ter feita da arte jurídica uma função nobre e sobretudo autenticada pela seu carisma verdadeiramente solidário.

 

 

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