31/01/2026, 11:16 h
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Opinião Opinião Politica Partido Socialista
OPINIÃO POLÍTICA
Por Tiago Silva (Membro do Comissão Concelhia de Paços de Ferreira do Partido Socialista)
Com 31,1% dos votos, António José Seguro confirmou o favoritismo de quem oferece serenidade. No entanto, a subida de André Ventura para os 23,5% é um sinal de alerta que não podemos ignorar. O país não precisa de experiências populistas nem de um mini palco para a retórica da divisão no Palácio de Belém.
O resultado de candidatos como Cotrim de Figueiredo (16%) ou Luís Marques Mendes (11,3%) demonstra que o eleitorado de centro-direita procura alternativa, mas a verdadeira estabilidade institucional reside agora na figura de António José Seguro. Enquanto a extrema-direita se alimenta do conflito e de promessas vazias, António José Seguro surge como o único garante de um equilíbrio democrático sólido.
Votar em Seguro na segunda volta, a 8 de fevereiro, não é apenas uma escolha partidária, é um ato de preservação do prestígio da nossa República. É o voto na idoneidade contra o ruído mediático, na ponderação contra o radicalismo. Para que Portugal mantenha o seu rumo de decência e respeito pelas instituições, a resposta é inequívoca. Pelo equilíbrio de que Belém tanto carece, o meu voto renova-se com confiança em António José Seguro para Presidente da República Portuguesa.
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