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Gazeta Paços de Ferreira

21/04/2026, 22:02 h

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Portugal visto pela Amnistia Internacional

Destaque Política Politica Internacional

Estados não devem, conscientemente, ajudar ou prestar assistência em violações do direito internacional,

Reprovada pela Amnistia Internacional a cumplicidade manifestada pelo governo na cedência das Lajes para apoiar a aventura rapinante dos EUA no Irão.

Num comunicado de 16 de Abril , a  “Amnistia Internacional lembra as autoridades portuguesas que, nos termos do direito internacional, os Estados não devem, conscientemente, ajudar ou prestar assistência em violações do direito internacional,”  e embora haja acordos com os EUA, “ tais acordos não isentam os Estados terceiros da responsabilidade por quaisquer operações ilegais, nos termos do direito internacional, realizadas a partir do seu território”.

 

A conivência servil de Portugal com os desmandos de Israel em Gaza, inclusive mantendo o negócio do aportuguesamento dos descendentes dos sefarditas, a forma como se curvou perante os negócios de armas impostos por Trump  (aumento brutal do orçamento da Defesa), vem agora à superfície, ao ser reprovada pela Amnistia Internacional a cumplicidade manifestada pelo governo na cedência das Lajes para apoiar a aventura rapinante dos EUA no Irão. “Portugal tem de assegurar o cumprimento das suas obrigações internacionais” afirma a organização, ou seja, estamos a deixar-nos arrastar pelo banditismo internacional

 

O conceito de soberania e defesa de valores fundamentais e do Direito Internacional não moram em S Bento.

 

É assim que pensam os portugueses? Ou estarão certos os insultos de Trump, quando chama cobardes aos europeus?

 

José Cavalheiro

 

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